Reparou um novo botão de compartilhamento aqui no blog? Alí em cima ao lado do “curtir”. Sabe o que ele significa?

Até essa semana não estava claro para mim. Ele é um “curtir” do Google. Inicialmente ligado à sua conta geral do site de buscas, ele foi concebido para marcar seu “rastro” pela web. Assim, quando um contato seu, seja no Orkut, no YouTube, no Buzz, ou de qualquer outro serviço Google entra numa página na qual você clicou no botão “+1”, sua recomendação é apresentada ao seu “amigo”. Ou pelo menos foi assim que entendi seu funcionamento.

Mas semana passada, este botão ganhou mais importância com o lançamento de uma nova rede social: o Google+ (ou Google Plus).

A nova tentativa do Google na área social promete o que o Facebook não faz: respeitar a privacidade de seus usuários. O ‘Plus’ separará seus contatos por círculos, criados e administrados pelo próprio usuário. Dessa forma, você cria um grupo onde coloca seus colegas de trabalho, outro seus familiares e um para seus amigos de final de semana (por exemplo). Isso garante que sua mãe e seu chefe não verão fotos suas bêbado mostrando a bunda na janela do carro.

O Google+ também incorpora o conceito de seguidores, como no Twitter. Ou seja, você pode adicionar uma pessoa sem a necessidade de aceitação ou aprovação dela, assim você paderá acompanhar seus “posts gerais”, como faria num micro blogin.

Isso tudo sem contar a integração total com outros serviços da empresa, como o Picasa, o YouTube e o Maps. Por enquanto o Google+ está em fase experimental e aceita novos usuários apenas por convite. E lebremos que esta não é a primeira tentativa do Google em criar (e dominar) o segmento de redes sociais. Além do quase bem-sucedido Orkut (onde foram testados diversos recursos para o desenvolvimento do ‘Plus’), houve ainda os fiascos Buzz e Wave.

Vamos esprear um convite ou a abertura ‘oficial’ do Google+ para descobrirmos se ele será capaz de ameaçar o império de Mark Zukemberg.